ToDo List no “Notebook”

A imagem acima é uma foto da minha lista de tarefas, ou "to do list", e, diferente de muita gente que recomenda o uso de diversas ferramentas como o Remember the Milk, que te lembra de tarefas no Twitter, e-mail, SMS e etc, não vejo nada melhor do que usar o bom e velho caderno em minha mesa, com lápis e borracha.
As vantagens que vejo em utilizar esta forma é a praticidade. Você pode inserir novas tarefas e marcar tarefas como finalizadas a qualquer momento, bastando pegar o lápis (pode usar caneta também, se preferir) e fazer a anotação. Errou alguma coisa, nada que a borracha, ou um simples traço não resolva.
Todo dia de manhã faço uma revisão das tarefas realizadas e pendentes do dia anterior, e faço um planejamento para o dia, incluindo as novas atividades que possam ter aparecido.
Outra grande vantagem, talvez a principal, é a visibilidade. Quando uso um programa no computador, ele fica oculto (minimizado) enquanto estou realizando minhas atividades (programar, desenhar, comunicar, ...). Com o caderno, ele está sempre ali ao lado da mesa pra me lembrar que tenho um conjunto de tarefas à realizar. Não atoa eu escolhi um com folhas amarelas, que chama bastanta a atenção em cima da mesa e acabou me condicionando a sempre que perco a atenção, olho no caderno e vejo se tenho algo urgente à realizar.
E, pra quem pensa em sustentabilidade e na quantidade de árvores mortas pra produzir os cadernos, pode buscar pelos produtos feitos com material reciclado, e continuar contribuindo com a natureza.
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Aviso ao pessoal que provou o Kohana framework e gostou: Algumas pessoas estão se movimentando novamente e criaram a lista de discussão do framework em português, para discussões, dicas e dúvidas.
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Computação nas Nuvens – A volta de um ciclo
O Jornal da Globo fez uma matéria muito interessante sobre o Google e sua metodologia de trabalho, além de dar um foco muito grande no que o pessoal de Mountain View chama de Cloud Computing. Comentei sobre isso com colegas de trabalho, mas foi ao comentar o artigo do Rafael Arcanjo que acabei escrevendo um post sobre o assunto.
. Antes de continuar, seria bom dar uma passada e ler o artigo: Voltaremos à era dos MainFrames?
Já leu? Então vamos lá...
Certa vez, em uma aula sobre Engenharia de Software, perguntei ao professor se ele não achava que as metodologias de desenvolvimento ágil (XP, GTD, Scrum, ...) era uma regressão ao passado, já que ele nos ensinava Praxxis (baseada no RUP). Ele me surpreendeu respondendo que observa-se um ciclo nesta área: Ontem as metodologias eram ágeis, e vieram as grandes metodologias colocar ordem na casa. Hoje, metodologias mais burocráticas são consideradas engessadas pelos mais modernos e a preocupação com a agilidade volta ao cenário, caracterizando um ciclo de tendências, que pode ser visto também na moda (isso, de roupas mesmo).
Acho que esse ciclo se aplica à quase tudo (música?), e também à forma como utilizamos o computador. Ontem terminais burros eram a sensação nas empresas, hoje o poder transferiu-se para estes terminais. Amanhã estarão novamente nos servidores, e, pelo que vimos na matéria, esta é a aposta do Google.
A história nos ensinou que dizer que não vai dar certo por causa de limitações de poder de processamento ou velocidade de conexão é ficar preso à realidade tecnológica de hoje e esquecer da velocidade em que ela evolui. Dentro de poucos anos podemos ter uma revolução em termos de conexão que nenhum de nós pôde imaginar, ou até que julgamos absurdo em determinado momento.
Além disso, centralizar arquivos na internet já é uma realidade. Minha planilha de controle financeiro, meu currículo atualizado, algumas de minhas palestras, estão todas no Google Docs. Meus contatos (e-mails) estão no GMail. As aplicações que desenvolvo estão em repositórios na internet. Isso me dá a liberdade de acessá-los do meu desktop em casa, do notebook, do desktop no trabalho ou do meu celular, e acho que esse é o conceito do Cloud Computing.
Se a tecnologia ainda não é capaz de suportar esse conceito, em breve será.
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Go PHP 5: Diminuiram as desculpas
Comentei aqui em julho do ano passado sobre o projeto Go PHP 5, que tinha como objetivo migrar diversas aplicações famosas do PHP para PHP 5 Strict, além de divulgar os hospedeiros que passariam a oferecer suporte para a "nova" (lançada em 2004) versão do PHP.
O projeto se encerrou em fevereiro deste ano, mas só me lembrei de dar uma olhada nos resultados agora. Ao que parece, diminuiram as desculpas pra quem ainda não migrou. Além de diversos hosts que passaram a oferecer a nova versão (o que, convenhamos, é o mínimo que poderiam fazer), muitas aplicações famosas também foram migradas. Dentre elas:
- Doctrine - Mapeador objeto-relacional
- Drupal - CMS / framework
- HTML Purifier - Filtro de HTML compatível com os padrões do W3C e contra ataques XSS
- Moodle - Sistema de EAD
- osCommerce - eCommerce
- PHPMyAdmin - Administração de Banco de Dados (MySQL), o phpPgAdmin também (PostgreSQL)
Dentre outros como ZenCart, Propel, Typo3, PHP Unit.
Veja a lista completa de projetos e de hosts no site oficial do Go PHP 5.
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Contratação PJ ou CLT – Prós e Contras
Não é de hoje que o modelo de contratação como Pessoa Jurídica invadiu as áreas de TI das empresas, o que acaba causando uma grande diferença no modelo de negócio das mesmas, uma vez que não existe um vínculo empregatício e o contrato pode ser rescindido por qualquer uma das partes a qualquer momento.
Do lado das empresas, geralmente utilizam do artifício da contratação de PJ, que, é importante lembrar, é ilegal de acordo com as normas do trabalho vigentes no Brasil, para ter profissionais de qualidade por tempo determinado. Após o término do projeto, os recursos podem ser aproveitados em outros projetos ou saírem da empresa, sem qualquer ônus para a empresa.
Agora chegamos ao ponto onde queria chegar: o lado dos profissionais. Quais são as vantagens do modelo de contratação "PJ", em relação ao CLT? Quais as desvantagens? Pensando nisso, levantei algumas questões aqui que eu considero interessante avaliar para decidir qual melhor tipo de contratação e gostaria de ouvir a opinião dos leitores. Vejamos as comparações abaixo:
- Salário: Por não pagar todos os impostos da contratação CLT, a empresa pode pagar um salário bem maior para o profissional, que terá de administrar sozinho seu salário para gerenciar um plano de previdência, plano de saúde e etc.
- Benefícios: Ao contrário do PJ, o contratado CLT recebe parte do seu salário em benefícios, que variam de empresa para empresa. Os mais comuns são Ticket Refeição/Alimentação, Planos de Saúde e Dental, e, em empresas maiores, existem outros como parcerias com fornecedores de veículos, eletrodomésticos e prestadoras de serviços, onde os funcionários obtém descontos em suas compras.
- Flexibilidade: O fato de não ter vínculo pode permitir uma maior flexibilidade para o PJ, por exemplo, de horário de trabalho, home office ou troca de emprego mais rápida caso apareça uma oportunidade melhor.
- Oportunidades: Falando em oportunidades, dentro de algumas empresas, quem é CLT têm preferência quando aparece uma vaga de liderança ou chefia, justamente por terem um vínculo com a empresa.
- PPR: A participação nos lucros também é algo comum em empresas maiores e pode compensar um pouco a diferença salarial em relação à contratação PJ. As empresas chegam a pagar 1, 2 ou mais salários ao ano, dependendo do desempenho de cada funcionário. A compra de ações também têm se tornado uma opção mais frequente.
- Férias: O funcionário CLT ganha 13 salários, e trabalha 11, pois tem direito a um mês de férias. Os PJ ganham 12 salários e as férias são negociadas com a empresa. Em alguns casos, não existe férias remuneradas, em outros sim.
Tendo em mãos estes itens, podemos distribuí-los na balança, de acordo com seus objetivos de carreira, e definir o que é melhor em cada situação. E eu pergunto pra vocês: Qual modelo vocês preferem hoje? Que outros itens você acha importante pesar na hora de avaliar o modelo de contratação?
Lembro, novamente, que o modelo de contratação "PJ" é ilegal, mas faz parte da nossa realidade, e acho interessante colocarmos o assunto em pauta.
