Nos últimos tempos, tenho tido pouco tempo para me dedicar aos padrões web, então, acho que vou me arriscar a escrever sobre PHP. Com um servidor de hospedagem em vista, que suporta o PHP 5, voltei no manual do php e dei uma lida para revisar algumas coisas. Comecei pelo autoload de objetos.

Na empresa onde trabalho, cada classe fica em um arquivo próprio, sendo sempre o nome da classe o mesmo nome do arquivo. Dessa forma, o sistema fica bem organizado, facilitando a manutenção dos programas.

O ponto negativo, é que temos sempre que nos preocupar em incluir cada arquivo destes, sempre que precisamos utilizá-los.

No php 5, temos uma função global __autoload() que é chamada sempre que você tentar instanciar um objeto que não foi definido (provavelmente pelo fato de não termos incluido o arquivo da classe).

Caso você trabalhe da mesma forma como eu aqui, fica muito simples abandonar os includes utilizando o __autoload():

function __autoload($nomeDaClasse) {
require_once($nomeDaClasse.'.php');
}
$pessoa = new Pessoa();

Este é um exemplo simples, utilizando também na documentação do php, mas que retrata bem o que precisamos. Ao tentar instanciar o objeto Pessoa, caso o arquivo não tenha sido incluido, o método __autoload() é chamado e faz o serviço sujo de incluir o arquivo da classe.

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