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Certificação CAPM vale a pena?

Em meu caminho para direcionar minha carreira para a área de Gestão de Projetos, por ter pouca experiência atuando na área, resolvi procurar por alguma certificação para servir de guia (ou meta) nesse caminho, e me deparei com as certificações oficiais do PMI: CAPM e PMP.

A primeira certificação, é a de PMP, Project Manager Professional, dispensa comentários, pois é extremamente difundida no mercado de trabalho. Já a CAPM, Certified Associate in Project Management, foi criada pelo PMI em 2003 para profissionais envolvidos em projetos e jovens gerentes de projetos que ainda não atingiram os pré-requisitos para a PMP, exigindo apenas 1 ano de experiência de participação em projetos, contra o mínimo 3 anos de atuação como gerente de projetos da certificação PMP.

Nesse momento, como me encaixaria no grupo dos que ainda não possui os pré-requisitos para a certificação PMP, me perguntei se valeria a pena investir na CAPM. Pra responder a essa pergunta, resolvi dar uma olhada no mercado de trabalho.

Realizando uma pesquisa no portal de empregos Catho Online, sem qualquer outro filtro além da palavra chave “PMP” , obtive 107 ofertas como resultado. Ao realizar pesquisa semelhante com a palavra chave “CAPM”, nenhum resultado foi encontrado. O mesmo cenário se repetiu em outros dois portais de empregos, CEVIU e EmpregosTI.

Um pouco surpreso com o resultado da pesquisa, aproveitei o contato com uma figura conhecida no mundo de Gerenciamento de Projetos, e fiz para ele a mesma pergunta que havia feito pra mim mesmo: CAPM vale a pena?

A resposta foi positiva, mas com algumas ressalvas.

A ressalva é que o mercado brasileiro ainda não absorveu a certificação CAPM e, por isso, não encontramos vagas específicas para esse tipo de certificado. Então, mesmo com essa certificação você não garante uma vaga para atuação como Gerente de Projetos, tanto quanto um certificado PMP, no mercado de trabalho.

O argumento positivo é, de certa forma, o genérico para certificações: indicativo de interesse pelo assunto; comprometimento e capacidade de aprendizado para aprovação na prova. Isso significa que, se você está atuando como líder técnico, por exemplo, e quer partir para a área de Gestão de Projetos, então uma boa forma de demonstrar isso para seus líderes ou futuro empregador, é tirar uma certificação (CAPM) que demonstra o seu interesse e comprometimento com um modelo reconhecido pelo mercado (no caso o Guia PMBOK).

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Estudando Análise de Pontos de Função

A bola da vez nos meus estudos é a Análise de Pontos de Função. A APF é uma técnica para medir a quantidade de funcionalidades de um software do ponto de vista do seu usuário. Dessa forma, pode-se estimar o custo do desenvolvimento deste produto.

Perceba que a idéia, e o destaque, são os mesmos da UML, ou seja, foco no usuário do sistema, visão do usuário do sistema, para que ele possa entender o que está sendo feito e interagir.

Assim como aconteceu com BPMN, estou só estudando, mas acho que dessa vez, em breve, vou praticar um pouco mais a aplicação da APF, e aí vejo a possibilidade de passar algumas informações mais relevantes sobre o assunto. Por enquanto, seguem alguns links para estudos:

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Palestra do grupo BrasilDotNet na Unieuro

Ontem tive a oportunidade de assistir palestras sobre o Windows Vista, Imagine Cup, Microsoft .NET, ASP.NET e também um overview de Arquitetura de Software.

Porém, a motivação de escrever este post não veio do evento em si, mas sim de algumas das impressões sobre o evento do Daniel Costa.

A primeira é o fato da apresentação da codificação em ASP.NET 2.0 no Visual Studio. Concordo com o Daniel quando ele diz que este tipo de programa não garante qualidade de código. Porém, o mercado hoje está em busca de produtividade, afinal de contas, o usuário não se importa se você fez uma série de IFs aninhados, ou se separou a lógica do programa em métodos e etc. E aí o Visual Studio aparece como uma poderosa ferramenta de apoio ao desenvolvimento, assim como o Delphi para PHP, anunciado pela Borland, pode se tornar uma.

A segunda foi a leve crítica feita ao PHP-DF, que segundo ele está demorando pra sair. Não, não vou defender o grupo nem a posição do Daniel, mas é interessante notar que esse tipo de coisa a Microsoft e a Sun sempre saem na frente, até mesmo na produção de ferramentas de qualidade, que é o investimento. Os próprios integrantes do BrasilDotNet revelaram ter algum, pequeno, apoio da Microsoft, enquanto isso dezenas de empresas são parceiras da Sun pra divulgar o Java, mas a Zend não oferece nenhum tipo de incentivo pra eventos relacionados ao PHP.

Pra terminar, achei interessante as palestras, apesar de terem sido muito corridas. Os próximos eventos que pretendo ir é o 1º PHPDF Pocket e o CodeGear Delphi Tour 2007, onde será apresentado o Delphi for PHP dia 27.

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Introdução ao BPMN (Business Process Modeling Notation)

O BPMN, Business Process Modeling Notation, como diz o nome, é uma notação de modelagem de Processos de Negócios, parecida com a UML que é uma linguagem de modelagem.

A diferença entre as duas é que a primeira foi feita exclusivamente para relatar os Processos de Negócio, deixando de lado alguns (poucos) tecnicismos que encontramos na segunda, como os Includes e Extends, que podem dificultar o entendimento do fluxo de um processo.

Pelo que li até agora, não existem segredos na notação, mas não sei dizer o quão difundida ela esta no mercado. Essa semana vou receber um treinamento sobre isso, e se pintar alguma coisa realmente interessante eu conto por aqui.

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Livro: Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML

principiosuml.jpgO livro Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML, de Eduardo Bezerra, me ajudou a entender como modelar sistemas utilizando UML, e despertou o interesse em fazer o curso de Análise e Gerência de Requisitos.

Começando com uma introdução à orientação a objetos e passando pela descrição notação da UML, o autor então dá uma visão de cada fase do projeto e explica, através de exemplos, como escrever casos de uso e diversos diagramas UML utilizados durante o processo. Além disso, no decorrer do livro, são passados alguns exercícios, pra você praticar.

Fica a recomendação de uma ótima referência para quem está começando no assunto. O livro está disponível no Submarino.

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Briefing, Proposta e Contrato

Quando fiz meu primeiro site para um cliente, em 1999, briefing era eu sentado na sala do cliente ouvindo ele dizer que queria uma página com algumas informações a respeito da organização. Proposta era eu, na mesma reunião do “briefing” dizer quanto cobraria e quando entregava a página. Contrato, bem… a não ser que você considere um aperto de mão um contrato, não existia mesmo. :D .

Com a idéia de voltar a trabalhar como “freelancer meio-expediente” rondando minha cabeça, me peguei lembrando da evolução, não só técnica, mas também dos procedimentos de trabalho ao longo destes 7 anos. Muito deste aprendizado foi através dos meus próprios erros, outros foi observando a experiência alheia e, como não poderia deixar de ser, aprendi muita coisa também com os livros.

E você? Como vai indo?

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Por que é tão dificil encontrar bons programadores?

[atualização]Incrível, mas o artigo foi removido da base do Web Insider. Não sei se foi a administração do site ou o próprio autor, mas acho que não poderia ter sido feito nada pior.[/atualização]

Em artigo publicado no Web Insider, Marcelo Okano (já citado aqui anteriormente) nos dá a visão das agências na contratação de programadores, fazendo a pergunta: Por que é tão difícil encontrar bons programadores?

O artigo começa muito bem, falando sobre as complexas questões do mercado de trabalho na área de desenvolvimento, porém, depois o autor inicia uma série de generalizações, indicando uma marginalização dos profissionais da área.

Não vou me aprofundar nos trechos que dizem coisas como: passou pela cabeça do programador limpar as bases de dados e apagar os arquivos. Se passou pela cabeça do programador, poderia ter passado na cabeça do médico, do eletricista, do mecânico e de qualquer profissional picareta que existe por aí. É preciso lembrar que esse tipo de atitude não está relacionada à área profissional, e sim à pessoa.

Eu credito essa “dificuldade” de se encontrar bons programadores, ao próprio mercado, que atravessa uma fase de carência por profissionais, gerando uma enorme quantidade de oportunidades. Quem oferece as melhores condições de trabalho, fica com os melhores profissionais, e é aí que as agências podem estar encontrando tal dificuldade. Olhando de fora (nunca trabalhei em agência), eu acredito que o profissional disputado entre as agências sejam os publicitários.

Sendo assim, as agências, ao invés de contratar estagiários ou programadores inexperientes acreditando que eles conseguirão gerenciar um projeto de desenvolvimento do dia pra noite sem cometer erros, deveriam buscar outros caminhos, como terceirização ou até mesmo investir na área, montando uma pequena fábrica de desenvolvimento própria. Depende do custo/benefício de cada solução.

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E por falar em projeto

Aproveitando que toquei no assunto Projeto aqui, vi no WebInsider uma ótima matéria sobre projetos em crise. Uma abordagem prática para projetos em crise, escrito por Marcelo Okano, nos mostra a dura realidade dos desafios encontrados na gerência de projetos, e que são muito mais frequentes do que a gente imagina. :) .

Vale a pena a leitura.

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Levantamento de Requisitos: Entendendo o cliente

Muitas vezes nos vemos de frente com um cliente que não sabe exatamente do que precisa, ou que não consegue transmitir esta informação de maneira clara. Resultado: Você gasta horas e horas em uma reunião de levantamento de requisitos (ou briefing para os publicitários) e não consegue extrair informações relevantes para o desenvolvimento do projeto.

É comum, principalmente na área de TI, colocarmos a culpa sempre nos clientes (ou usuários), mas, na verdade, existem técnicas mais ou menos adequadas para ultrapassar esta barreira e captar estas informações, mesmo em clientes mais “problemáticos”, ou em casos que muitas pessoas sejam influenciadoras ou influenciadas pelo projeto. Conheça um pouco sobre estas técnicas:

Entrevista

A entrevista deve ser feita, preferencialmente, com usuários mais comunicativos e com bom conhecimento do processo. Evite entrevistas com longas horas de duração, o entrevistado pode se desmotivar, causando queda de produtivadade do levantamento de requisito. Sempre planeje sua entrevista e anote tudo.

Brainstorming

Muito útil quando existem diversos interessados no projeto. É dividido em duas etapas. Na primeira, anota-se todas as idéias que surgirem, sem que sejam questionadas. Neste momento o que importa mais é a quantidade, não deixe de anotar nada. Na segunda etapa, debate-se com o grupo para ir refinando as idéias apresentadas anteriormente. Deixe as regras bem claras, e defina uma pessoa (facilitador) para “comandar” a reunião, para garantir que as regras sejam respeitadas.
No Brainstorming, você não precisa de usuários comunicativos, utilizando anotações anônimas para a divulgação das idéias, você atrai até os mais tímidos para a participação da tarefa. Aqui você pode, também, identificar as pessoas mais participativas e agendar entrevistas.

Role playing

Esta técnica consiste em observar o usuario executando determinada tarefa, no dia-a-dia do seu trabalho, ou, até mesmo, você fazendo o trabalho deste usuário, para identificar suas dificuldades e necessitades, sentindo na pele como é realizar a tarefa. Muito útil quando o usuário não consegue identificar ou transmitir as informações necessárias para a identificação dos requisitos.

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