Microsoft, Google e Yahoo! unidas pelo Sitemaps
As gigantes se juntaram para unificar o protocolo Sitemaps. Você encontra mais informações sobre o protocolo no website oficial.
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Frameworks em PHP
Depois de constatar mais uma vez que a visão que muita gente tem do PHP ainda é aquela de sites e formulários, como relatei antes, fiquei pensando sobre o que pode ser feito para mudarmos essa imagem. Foi então que surgiu a idéia de divulgar as frameworks escritas na linguagem. Para isso, acredito que com a extensa comunidade PHP pode formar uma extensa rede de informações a esse respeito, e é esse o objetivo deste post: convocar a comunidade a divulgar as frameworks.
Caso você já tenha utilizado uma ou mais das frameworks abaixo, escreva sobre ela no seu blog, ou, caso não tenha um, me envie para que eu publique aqui mesmo (claro que dando os devidos créditos ao autor).
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PHP, Ruby on Rails ou Java?
Uma das palestras realizadas no International PHP Conference, realizada em Frankfurt esse ano, causou uma chuva de posts revoltados lá fora. O motivo? O palestrante Tim Bray, apresentou gráficos comparativos onde o PHP perde, por muito, em facilidade de manutenção de código para o Ruby on Rails (que na verdade é uma framework) e Java.
Infelizmente eu não estava lá para saber o real contexto da palestra, apesar do próprio Tim Bray ter postado no seu blog mais informações, mas curiosamente na sexta-feira, comentei sobre isso com alguns de meus novos colegas de trabalho, e pelo que vi, eles estavam comentendo, o mesmo erro que o palestrante: culpar a linguagem por seus desenvolvedores.
Dizer que a linguagem PHP é difícil de manter, simplesmente por que muitas das aplicações são desenvolvidas com macarronada de HTML e SQL, é esquecer de se informar sobre quem desenvolveu este código. O código está ruim, por que o programador era inexperiente, ou a aplicação, geralmente opensource, foi desenvolvida por um grupo enorme de pessoas.
Assim como não podemos comparar códigos desenvolvidos por novatos do Java com gurus do PHP, também não podemos fazer o inverso, ou lá seja qual for a linguagem.
É preciso acabar com essa visão de que o PHP foi feito para construir sites e formulários para a web. Hoje existem muitas ferramentas e grandes aplicações muito bem desenvolvidas, e já é verdade que o mercado abriu os olhos para isso, pois está crescendo o número de oportunidades para bons desenvolvedores de PHP, com conhecimentos de Orientação à Objetos, design patterns e tudo mais que um bom programador deve saber.
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Pra quem sabe inglês, alguns posts lá de fora sobre o assunto:
- Tim Bray compared Java, Ruby and PHP - Tobias Schlitt
- Keynote of Tim Bray: some interesting comparison between PHP, Rails and Java - Think PHP
- An update on Tim Bray's keynote - Think PHP
- Tim Bray's keynote, misinterpreted? No, really not. - Pierre
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Estatísticas de Configuração do PHP
Quem já programou em PHP, provavelmente conhece a função phpinfo(), que exibe uma página com as configurações do PHP. Porém, parece que nem todo mundo percebe que deixar essa informação disponível sem qualquer tipo de segurança, pode ser um facilitador para possíveis ataques ao seu servidor.
Um cara chamado Damien Seguy, encontrou diversos "phpinfos" no Google/Yahoo, e viu a oportunidade de criar uma estatística sobre configurações do PHP, como por exemplo, quantos servidores ainda habilitam register_globals e safe_mode ou, ainda, quais os sistemas operacionais e servidores web mais utilizados com PHP. Você ainda pode contribuir com a pesquisa enviando a sua configuração, em nome da pesquisa, claro (sem ironia).
Como dito pelo próprio Damien, óbviamente nenhum site de grande porte teve seu phpinfo() capturado, o que me faz pensar em até que ponto essas informações são de fato úteis no primeiro momento, pois não acredito que, assim como os grandes portais, desenvolvedores mais experientes, (e provavelmente os que nos interessaria observar suas políticas de configuração/segurança), tenham tido suas configurações capturadas pela pesquisa nos mecanismos de busca.
Pra terminar, veja se o seu phpinfo não está no Google, procure por: phpinfo site:seusite.com.
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Expandindo horizontes: Linguagem Ruby
Não sou daqueles fanáticos por programação, que estão sempre em busca da linguagem mais nova para aprender e passar horas se divertindo com novas regras de sintaxe.
. Ta bom, exagerei um pouco, mas a verdade é que, desde que comecei a trabalhar profissionalmente com PHP, não tenho tido muito interesse em estudar outras linguagens. Não tinha.
Hoje resolvi dar uma olhada rápida nas queridinhas dos desenvolvedores web: Ruby e Python. Resolvi começar pelo Ruby.
Na wikipedia dei uma revisada geral sobre a linguagem, e, no site oficial, achei o link Ruby em vinte minutos.
Um amigo da faculdade já havia me falado da interessante Orientação a Objetos da linguagem, e comprovei isso nos meus pouco mais de 20 minutos com Ruby. Instalei no meu Linux (simples como sempre: apt-get install ruby) e comecei a fazer algumas experiências via linha de comando mesmo.
Não tive problemas para me adaptar à sintaxe, apesar de sentir falta dos delimitadores de bloco, e acredito que para os já iniciados, é uma linguagem fácil de se acostumar e com potencial para tornar o trabalho do programador mais produtivo. O próximo passo agora é testar o Ruby com um nível de complexidade mais alto, rodando sobre a framework Rails, que foi o responsável por tornar a linguagem de fato conhecida.
Para os fãs de PHP como eu, que ainda não conhecem, existe uma framework que promete oferecer a mesma produtividade que o Ruby on Rails, é o CakePHP. Será?
